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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A GRANDEZA DO BENFICA E A TRISTEZA DO JEAN SONY

Ao ver hoje como a SIC e mais tarde a TVI noticiaram a realização do jogo contra a pobreza fiquei com a certeza absoluta que se o Benfica este ano não for nomeado campeão por decreto, será por televoto.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

HAPPY BIRTHDAY TO COME


Estou quase a fazer 34 anos, nem Cristo viveu tanto, acho que já mereço uma prenda assim.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

ENGATE HOMÉRICO

- Olá, como é que te chamas?

- Penélope.

-Penélope? Que giro... Que pena não chamar-me Ulisses.

- Já agora querias que eu estivesse aqui a noite toda a enrolar novelos enquanto não aparecias?

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

CIVILIZAÇÃO

A civilizada Suíça toma uma decisão digna da Arábia Saudita ou Iémene.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

AQUI EXCLAMA-SE!!!

O que de pior tem Portugal além das modas - felizmente passageiras - e do seguidismo idiota de uma certa pseudo-inteligência que só dá nas vistas por falar mal de outrem, é esta mania peregrina de criar causas que não interessam sequer ao menino Jesus.
Por estes dias - isto passa-lhes - resolveram pegar com o ponto de exclamação e ufanamente clamam contra o pobre sinal de pontuação como se este fosse a causa dos males deste mundo, ou no mínimo da blogosfera.
Duas ou três luminárias baniram os malfadados pontos de exclamação dos seus blogues - com direito a banner e tudo - e a manada foi atrás.
Autos de fé e labéus foram proclamados contra os histéricos deste mundo, e o pobre sinal na opinião dessas iluminadas cabeças prepara-se para deslizar ingloriamente para o caixote do lixo da história da língua.

Por aqui há-de continuar a mania de exclamar, a quem não pode com esse sinal: o meu adeus, obrigado pela companhia, os nossos caminhos separam-se aqui; aos outros: continuai por aqui que eu quando lembrar-me hei-de postar mais alguma coisa.

domingo, 27 de setembro de 2009

SERÁ A ASFIXIA DEMOCRÁTICA?

Hoje, dia 27 de Setembro de 2009, desde manhã que um helicóptero ronda os céus em redor de minha casa...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

BACK TO THE FUTURE





Sim! Estou de volta.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

RETURN

Foram férias, foram passeios, foram variadas preguiças.

Acabou-se a viagem e o desmame da mesma, volto a viajar no blogue.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

INJUSTIÇAS DIVINAS




Casos de gripe suína detectados em Israel dão que pensar sobre o sentido de humor daquele Senhor de quem é suposto nunca se pronunciar o nome.

terça-feira, 28 de abril de 2009

É A GRIPE, ESTÚPIDO!

Até ao momento em que escrevo este post já faleceram em todo o mundo desde o aparecimento da pandemia 107 pessoas com a so called gripe suína (outros chamam de mexicana).

O mundo entrou em alvoroço, havendo já quem faça comparações com a gripe espanhola de 1918...

Entretanto a Organização Mundial de Saúde informou recentemente que DIARIAMENTE morrem por todo o mundo cerca de 5500 CRIANÇAS com diarreia.

Mas tal facto não é alarmista e pelos vistos também não é catastrofista. Não chama a atenção de ninguém.
Provavelmente porque sempre foi assim, e porque sempre assim será...

sexta-feira, 3 de abril de 2009

OS PROBLEMAS DA JARDINAGEM QUANDO SE VIVE COM UMA TIA AVÓ

Tinha um sonho: acabar com a selva que tinha tomado conta do meu quintal. Tinha uma ideia: fazer um pouco de jardinagem e com isso acalmar o stress. Tinha um plano: começava por plantar umas flores de cheiro e ervas aromáticas no pátio que dá acesso ao quintal. Tinha um motivo: ter ervas em abundância e variedade para os meus cozinhados. Tinha um handicap: ser mais preguiçoso do que é suposto ser.

Fui comprando vasos. Primeiro salva, depois alecrim, seguiu-se um arbusto que ainda hoje não faço ideia do que seja. Depois chegaram o manjericão e os coentros.
Entrou então em cena a minha tia-avó. Num misto de quem quer ajudar com quem quer complicar, começou a regar as minhas plantas todos os dias. Rapidamente o manjericão deu de si.
A recém chegada salsa não aguentou as cheias com periodicidade diária.
Houve a primeira reunião sobrinho-neto-armado em jardineiro com a tia-avó-regadora compulsiva e os resultados foram satisfatórios e ambas as partes os consideraram conclusivos.
A partir desse momento a tia-avó passava a deter o monopólio da rega desde que o fizesse com parcimónia, já o sobrinho neto ficaria encarregado de retirar as folhas secas.
A paz prometia vingar e frutificar, ainda para mais a Primavera adivinhava-se...

Mas na prática o acordo revelou-se um desastre. E duas semanas depois a seca grassava nos vasos e a minha horta de cheiro corria perigo de sobrevivência.
Acusei frontalmente a outra parte de sabotagem e nesse dia ameacei nem sequer fazer o jantar.
Retomei a rédea da horta e durante uma semana as coisas pareciam estar bem encaminhadas...

To be continued

A ESTUPIDEZ

Hoje, mais do que uma opinião trago-vos uma teoria pessoal.
Pelo que me foi dado ver nos anos de vida que levo, não há característica humana mais nefasta que a estupidez, e é isso que vou tentar explicar aqui nas linhas que se seguem:

Um estúpido como todos sabem, não sabe medir o grau dos seus actos. Um estúpido é o pior amigo que se pode ter. Todos sabemos que o mais provável de acontecer é a estupidez do seu amigo contagia-lo a si e nunca o contrário, ser você a contagia-lo com alguma forma de não estupidez.

Um amigo estúpido levará os amigos não estúpidos, mais cedo ou mais tarde a cometer uma estupidez. Esta é a primeira lei fundamental que todo aquele que ache por bem travar amizade com um estúpido deve ter em mente.

A estupidez é uma coisa tramada. Quando somos surpreendidos numa esquina qualquer do dia-a-dia com a dita, nós próprios ficamos um pouco estúpidos e sem saber bem como agir.
"Ele deve estar estúpido!?"... "Como é que ele foi fazer uma coisa assim? Não consigo Entender!"
Essa é a verdade, a estupidez não só nos apanha de surpresa, como nos deixa estúpidos com o seu aparecimento.
Não é estúpido dizer que na presença de um acto estúpido o mais natural é ficar-se estúpido e não saber o que fazer.
Quantas vezes já nos consideramos estúpidos após sermos confrontados com uma estupidez ou um acto de uma pessoa estúpida?
Isso só revela o quão perigosa pode ser a estupidez.

É preocupante pensar neste poder da estupidez. Se nos lembrarmos de que quando somos alvo de um acto de maldade não ficamos possuídos por essa mesma maldade. Ou de quando somos alvo de um acto seja ele de inveja, de ciúme, ou outro qualquer, não ficamos subitamente invejosos, ciumentos....
E pode-se aplicar a mesma ideia à benevolência, à caridade... até a irritante antipatia não nos torna automaticamente antipáticos.
Então o que tem a estupidez? Que força motriz move esta qualidade do estúpido que nos leva a todos a assumir pelo menos uma vez na vida que nos sentimos estúpidos perante algo ou alguém estúpido?

Que há enormes diferenças entre "ser" e "estar" estúpido todos sabemos, agora que há diferentes graus de estupidez, distintas formas de ser estúpido nem todos reparam.

Olhando rapidamente para os estúpidos que se cruzaram comigo até hoje, sinto-me tentado a dividi-los em três categorias.
Uma primeira que denominaria de estúpido ocasional ou de ocasião, uma segunda que chamaria de estúpido per si e por fim a categoria estupidamente estúpido.
Começando pelos "ocasionais", incluiria nesta categoria todos aqueles que foram, são ou serão estúpidos num determinado momento da vida. Talvez fruto das circunstâncias, talvez contagiados por uma onda de estupidez ou um muito improvável estúpido encantador. Em suma não interessa a razão ou a desculpa, foram estúpidos num determinado momento que se pode datar e explicar. Não é grave, estejam descansados.
Aliás, inclui-se também neste grupo todo aquele que se sentiu estúpido aquando do ocorrido.

Passando à segunda categoria as coisas piam mais fino. Um estúpido per si já é todo ele uma coisa muito estúpida, e como tal cabem nesta categoria todos aqueles que de facto são estúpidos.
E quem são esses estúpidos? São aqueles que dizem coisas estúpidas sem sentido, que actuam de forma estúpida e que conseguem sempre surpreender os amigos com a mais recente estupidez. São na maioria dos casos ingenuamente estúpidos, mas por norma estão equipados com a capacidade de medir os resultados dos seus actos e perceber que cometeram uma estupidez. Digamos que não são suficientemente estúpidos para ficarem indiferentes as suas estupidezes, mas são suficientemente estúpidos para não conseguirem evitar de cometer mais uma estupidez.
Normalmente quando alertados ou confrontados por um amigo os estúpidos per si conseguem perceber o quanto foram (ou são) estúpidos.
Alguns contudo, devido a um maior grau de estupidez podem demorar bastante a perceber a dimensão da gravidade do que acabaram de fazer ou dizer. Mas é tudo uma questão de paciência, de se lhes fazer "um desenho", afinal de contas para que servem os amigos?
Mas como todos sabem, por mais desenhos, atenção e paciência que dediquem a um amigo estúpido ele acabará por reincidir, estupidez oblige!

Deixando os estúpidos per si de lado chegamos aos estupidamente estúpidos.
E estes, meus amigos, são de tal maneira que nem sei por onde começar...

Comecemos pelo óbvio. Não há estúpido pior do que o estupidamente estúpido!
Esta sub-espécie de Estúpido é um perigo para si mesmo e para quem o rodeia. É o tipo de estúpido que de tão estúpido que é nunca há-de perceber o quão estúpido é.
Pior do que isso, não percebe que é estúpido e ainda pensa que estúpidos são os outros.
Para ilustrar o conceito lembro-me logo do George W. Bush, aquela forma única de dizer à Rainha da Inglaterra que tem mais de duzentos anos e sorrir como se não fosse nada.
É ser-se ridículo e sorrir, por simplesmente não ter noção do ridículo.
E é esta incapacidade de ter noção do real e do ridículo que torna este tipo de estúpido uma séria ameaça para a humanidade.
São tão ou mais perigosos que um fanático, porque ao contrário dos fanáticos, nunca saberão se controlar e poderão atacar a qualquer momento, não são guiados por um ideal, por um motivo, e pior de tudo... são desprovidos de lógica. É impossível antecipar os passos de um estupidamente estúpido.

E o pior não é a imprevisibilidade dos estupidamente estúpidos. A pior das notícias é saber, que no meio de nós pode caminhar um, absolutamente incógnito. É isso mesmo que estou a dizer. Sim. No meio dos seus amigos e familiares pode estar um perigosíssimo estupidamente estúpido que até hoje ainda não deu sinais de si.
Este grau de estupidez é tão grave que as pessoas à sua volta podem só reparar nessa pessoa quando ela já for o Presidente do País, como aconteceu nos Estados Unidos.
Mas não pensem que foi só o Bush Jr, a história está cheia de exemplos. Em Roma foi preciso um incêndio que destruiu 11 dos 14 bairros da cidade, para os romanos perceberem o perigo da estupidez de Nero.
Já em Portugal, ficarmos 60 anos sobre o domínio espanhol foi o castigo que levamos para aprendermos a reconhecer um Rei estúpido, mal este pusesse um pézinho nos degraus que davam acesso ao trono. Vide o que aconteceu ao Afonso VI, e digam lá se os portugueses não aprenderam rapidamente a lição?
Mas não pensem que isto acontece só aos outros! Olhem com mais atenção quem vos rodeia. Ao mínimo sinal de estupidez não consciente, abram os olhos, tomem medidas, alertem as autoridades, não hesitem.
Não se esqueçam que se deixarem as coisas andar, quando quiserem fazer alguma coisa provavelmente será tarde de mais.
E além do mais tenho para comigo que a estupidez é muito provavelmente contagiosa, mas não vos quero assustar...

quarta-feira, 1 de abril de 2009

PROMESSA

Prometo que a partir de hoje este blogue será mais regular, com entradas de texto diárias e adianto também que vou deixar-me dessa preguiça de só postar fotos, poemas, vídeos, músicas - em suma, vou parar de aproveitar-me do trabalho dos outros.

terça-feira, 24 de março de 2009

UMA NOTA AUTOBIOGRÁFICA

Nasci em 1976, comecei a aprender a escrever em 1982, entrei na faculdade em 1994.
Cresci em Lisboa perto de uma amoreira que dava - a mim e a quem mais quisesse - amoras que recordo agora como demasiado doces.
Lembro-me de encher os bolsos com essas amoras peganhentas, da mesma forma que me lembro de entrar em casa de um vizinho que tinha uma foto de Marx alinhada com o crucifixo na parede ao fundo da sala.
Mudei-me para o Porto meses depois de Deus marcar um golo através da mão de Maradona. Nunca mais comi amoras directamente de uma amoreira, nunca mais vi Marx e Cristo na mesma sala.

terça-feira, 10 de março de 2009

CONVERSA NUM BANCO DE ESTAÇÃO

-O que veio fazer a Ovar?- Perguntou a rapariga, naquele jeito tão próprio de quem sabe que não vai obter resposta satisfatória.
-Vim ver o mundo. - Respondeu prontamente o senhor.
-A Ovar? Está a brincar comigo...
-Não. Estou a falar muito a sério. Eu não brinco com temas sérios. Que apodreça a minha mão e caía agora aqui no chão, se não estou a falar verdade.
-Ai! Cruz credo! Não diga isso nem a brincar. - E bateu três vezes na madeira em tempos pintada de verde do banco onde sentava o rabo.
-Já lhe disse que vim a Ovar ver o mundo.
-É verdade que Ovar faz parte do mundo. - Sorriu a miúda e mastigou afincadamente a pastilha elástica, como justificando a sua triste piada.
-Há quem diga que sim... - sorriu o homem enquanto procurava algo no bolso interior do casaco sem olhar.

Após um não breve momento de silêncio a miúda rebentou mais um balão da sua pastilha e perguntou com aqueles lábios rosáceos:
- Gostou do que viu?
- Continuo a gostar... - Acendeu o cigarro e desta vez não sorriu.
- Então porque vai embora?
- Quem te disse a ti que vou-me embora? - Soltando uma inquisitória baforada de fumo.
- Ninguém, ninguém, eu é que... - Mastigou apressadamente a pastilha, como se a goma fosse a culpada da estupidez da pergunta.
- Não precisas ficar nervosa.- Levantou-se e começou a caminhar para a sombra, a caminhar para sul.
- E não estou, quem lhe disse que estou? - Respondeu ela dois minutos depois.

Descruzou as pernas e juntou os dois tornozelos bem juntos, rebentou mais um balão tal qual um ponto de exclamação muito mal pontuado.... e ficou calada a ver o homem caminhar até desaparecer na linha do horizonte.

TÃO LAME, TÃO CORNY QUE AS VEZES EU SOU

Tenho dias assim, em que fico a ouvir música como se fosse uma miúda de 13 anos.
Foi isso mesmo que leram, não escrevi miúdo de 13 anos, escrevi miúda de 13 anos, que é para verem o quão lame, o quão corny consigo ser.